quinta-feira, outubro 06, 2011

I Think


Por quê só nos damos conta da inevitabilidade da morte quando alguém importante se vai? Ontem, quarta, se foi Steve Jobs, e sei que vai se falar muito mais dele agora que morreu do que quando estava vivo. Eu senti uma enorme vontade de prestar uma homenagem, e, na forma de um rabisco direto à caneta, sem rascunho prévio, tentei fazê-lo.
Gosto muito de ler biografias, pessoais e de empresas. Já li livros sobre a Coca-Cola, A IBM, a Microsoft e seu fundador Bill Gates; mas nunca li um livro de Steve Jobs. A exceção foi um livro escrito pelo Presidente contratado pela Aple, acho que na década de 90, e que ficou famoso por ter demitido o Steve da companhia. (não me lembro o nome desse presidente, só sei que ele vinha da Pepsi). Sei que após isso, Jobs tomou rumos diversos e enveredou pela computação gráfica e animação. O resultado disso: Pixar.
O fato incontestável é a marca deixada no mundo por ele, que, já disseram, têm um sobrenome curioso: "Jobs", que significa "emprego".
Obrigado a todos pelas visitas e comentários.

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