domingo, abril 28, 2013

Cor

Corzinha que resolvi colocar nesse pincel e nanquim. Sempre bom treinar um pouco. Mas necessito fazer um estudo (curso) mais consistente e aprofundado. A gente vai empurrando com a barriga e o tempo vai passando. Quando vê, não evoluiu como deveria e poderia. Mas o jogo só acaba quando termina...

3 comentários:

Eduardo Schloesser disse...

Isso mesmo meu amigo, o jogo só acaba quando termina. Nunca é tarde para evoluir. Infelizmente esta vida corrida não nos permite estudar mais, experimentar mais, errar e errar, até que quando nem nos damos conta, já estamos acertando. Mas sempre qua uma folguinha dos embates da vida cotidiana se fizer presente, bote mão a obra. Mas no geral você está muito bem, melhor que muitos que eu conheço. O velho James aí que o diga. Eu só teria colocado menos sombra em seus olhos para não ficar tão sombrio. Pode ser que o modelo usado fosse assim, mas as vezes o bom senso prevalece sobre o original, acho que vc me entendeu, né?
Um abraço e repito, seus trabalhos estão muito bons.

Gilberto Queiroz disse...

Verdade, Eduardo. Essa sombra nos olhos me incomodou bastante, mas acabei não seguindo o bom senso. Poderia ter corrigido na cor digital, mas frouxo com emus pecados, não o fiz... Mas bacana que você comentou. Assim me faço mais crítico e claro, melhor. Valeu mesmo.
Obrigado por estar sempre me incentivando. A propósito, hoje dei uma parada na estação Paraiso do Metrô e havia uma exposição sobre HQ. Seu amigo Nestablo Ramos está lá representado com texto e imagens de seu trabalho. Estava sem a câmera fotográfica, mas pretendo voltar lá para bater umas fotos e postar por aqui.
Grande abraço,

Eduardo Schloesser disse...

Nestablo em uma expo de HQ no Metrô, putz, que legal! É bom saber que um artista do calibre dele está começando a aparecer e que as hqs continuam lutando por se fazer notar neste cenário tão inglório.
Sabe, fico imaginando o dia que vão chamar o Nestablo para um evento importante de quadrinhos como o FIQ de BH, por exemplo. Não é porque ele é um amigo próximo não, é que se notarmos bem, o traço dele não fica devendo nada aos beyruths, grampás, cafaggis e gêmeos da vida, quando isto acontecer, vou acreditar que as "panelas" não importam mais que o talento neste país, não que falte qualidades aos citados, pelo contrário, mas noto os ciclos se sucedendo e a coisa não muda, a pouco tempo eram os caras da Quanta, hoje são estes, ontem, quem foram deixados de lado foram o Arthur, o Seabra, o Emir, exatamente caras que não faziam parte do "pessoal elitizado". Dor de cotovelo a minha? Não, é inconformismo por saber que a festa tem lugar pra todos, mas nem todos recebem convite.
Issoaí, meu amigo, a batalha continua.
Abração e bom feriado.