quinta-feira, setembro 05, 2013

Herói sidekick

Capitão Marvel é um herói um pouco diferente da maioria. Quando surgiu então, era algo nunca visto. Heróis costumavam ter sidekicks, (ou ajudantes mais jovens). Batman tinha Robin, Capitão América tinha Buck... Mas o Capitão Marvel era na verdade, seu próprio sidekick. O jovem Billy Batson torna-se o Capitão Marvel após falar a palavra Shazam. Compartilham juntos as histórias, porém nunca estão no mesmo plano. Diferente. Tão diferente e incrível que quase desbancou o maior herói do planeta, o Superman. Vendia mais, era tão forte quanto, as hqs atraiam os jovens tanto quanto as do Superman e, por isso, num desespero da DC, foi processado por plágio. Os tribunais deram ganho de causa ao Azulão e o Capitão Marvel passou décadas no ostracismo, até ser comprado e republicado pela própria DC, na década de 70.
  Esse rascunho fiz em A4 e devo ampliar e artefinalizar em tamanho A3. Depois posto o resultado.
Abração a todos e obrigado pelas visitas e comentários...

2 comentários:

Eduardo Schloesser disse...

Ótimo desenho e excelente resumo da história do Shazam.
Se ele era uma cópia do Super, Mirecleman foi um plágio dele.
Neste universo tudo se copia, de fato. Inclusive já houve quem me perguntasse se eu não me baseei em Blacksad para criar o Zé Gatão. Nada a ver, além da temática e desenhos serem bem diferentes, meu felino nasceu bem antes.
Aguardando o trabalho finalizado.
Abração.

Gilberto Queiroz disse...

Obrigado, Eduardo! Sinto falta de escrever neste blog. O tempo anda meio corrido, o que é bom, mas às vezes saimos um pouco fora do eixo e o foco embaça um pouco. Você me entende, creio...
Gosto muito do personagem, que agora deve ser chamado apenas de Shazam (acho que devido a um lance de direitos autorais, pra variar) e do Miracleman sei um pouco pelo que li nas Wizards da vida. Até tenho um edição em P&B de uma editora pequena, dessas que vez ou outra apareciam aqui em Sampa. Desenhos iniciantes de Alan Davis, Brian Hitch, se não me engano e outros. O texto era do Alan Moore. Vou reler e talvez poste algo aqui ou no Face.
Um grande abraço,