terça-feira, janeiro 13, 2015

Ócio forçado!

O texto já diz tudo, mas segue uma explicação: Por volta das 16 h., a energia se acabou, talvez devido a ventos fortes que anunciavam uma tempestade que não não veio, afinal. Parece que várias regiões da cidade tiveram queda de energia também. Resultado: a energia só foi restabelecida hoje, por volta das 12:40 h.
   Acho que sem energia elétrica, o mundo regrediria para a idade da pedra caso não encontrássemos formas alternativas de abastecimento...
  Fiz esse desenho agora cedo, horas antes da normalização, tentando fazer desse limão uma limonada.
Obrigado a todos pelas visitas e comentários.
Abração!

3 comentários:

Eduardo Schloesser disse...

Desenho muito expressivo, como sempre.
Realmente, meu amigo, nos acostumamos a certos confortos que sem eles imaginamos mesmo que tudo ruiría. Assisti, acho que no final dos anos 80, um filme com o Kyle MacLachlan (o alterego do David Lynch em Twin Peaks) chamado Efeito Dominó em que mostrava os efeitos da falta de energia eletríca num pedaço americano. Era o caos. Estive sem energia algumas vezes e no Nordeste, com o calor que faz, fica insuportável. Água é outro problema sério, aliás, sem ela não há luz, né?
São Paulo sofre muito nestes últimos tempos. Cuidado com as árvores por aí, meu caro.
Abração e fique bem.

Gilberto Queiroz disse...

Obrigado, Eduardo! Não vi esse filme, mas deve ser bem pertinente e possível. Pela tv se fala que há pessoas na zona sul que estão sem energia elétrica faz três dias! É de enlouquecer. E pensar que de 1973 até 1976 morei em um bairro novo de Caieiras sem luz e água. Quase um sítio! Água só do poço. E era ótima! Tinha 9 anos e moráva antes em Pirituba. Um verdadeiro choque! Mas eram outros tempos. Perdi os desenhos e seriados que adorava (Flinstones, Os 3 mosqueteiros, Nacional Kid, e outros) mas ganhei uma vida de moleque: esconde-esconde, pega-pega, rouba lata, expedições num brejo que havia por lá, etc...
Um grande abraço!

Eduardo Schloesser disse...

Viveu uma boa infância, meu caro. Issas lembranças ninguém te tira.